Obra · Platão

Teages

Demódoco traz seu filho Teages para Sócrates porque o jovem deseja a sabedoria necessária para a liderança política. A conversa distingue o governo da tirania e eventualmente apresenta a companhia socrática como dependente de um misterioso sinal divino.

01 / Contexto e transmissão

Compreender o texto

A obra é geralmente considerada pseudónima. O seu retrato do êxito educativo através da proximidade com Sócrates difere marcadamente de relatos centrados na argumentação explícita ou num saber que se possa ensinar.

02 / Pontos principais

Pontos principais

  1. 01

    Escolhendo uma educação

    O desejo de se tornar sábio permanece obscuro até que o aluno identifique que tipo de atividade a sabedoria proposta deve governar.

  2. 02

    Conhecimento político

    A habilidade em ofícios comuns não explica a competência reivindicada por aqueles que aspiram comandar outros cidadãos.

  3. 03

    O sinal divino

    A voz de advertência de Sócrates e os relatórios sobre o progresso dos alunos tornam as condições de benefício filosófico difíceis de prever ou institucionalizar.

03 / Como ler

Como ler

Compare o tratamento do sinal de Sócrates com a Apologia. Mantenha o modelo educacional sobrenatural do texto distinto de um relato histórico direto de como Sócrates ensinava.

04 / Edições e fontes

Edições e fontes

Os resumos e pontos principais são interpretações editoriais originais. Acompanham a leitura da obra e não substituem uma edição do texto. Método editorial ↗

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Data e atribuição contestada

Amantes rivais

século IV a.C.; cronologia debatida

Cármides

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