Obra · Platão

Sofista

Um visitante eleata e Teeteto tentam definir o sofista. Suas divisões de conhecimentos levam a um quebra-cabeça mais difícil: como pode existir discurso falso ou imagens enganosas se falar do que não é parece impossível?

01 / Contexto e transmissão

Compreender o texto

A conversa continua o cenário dramático do Teeteto. A sua crítica a Parménides transforma a investigação de um rival profissional num estudo do ser e do discurso.

02 / Pontos principais

Pontos principais

  1. 01

    Divisão

    Distinções sucessivas classificam as práticas, mas encontrar muitas descrições plausíveis do sofista expõe os limites de uma taxonomia mecânica.

  2. 02

    Alteridade

    Não-ser pode significar ser diferente ao invés do nada absoluto, permitindo um relato de negação sem tratar o nada como uma coisa.

  3. 03

    Combinação

    O ser, o movimento, o repouso, a identidade e a diferença combinam-se seletivamente; os enunciados com sentido exigem também relações ordenadas entre nomes e verbos.

03 / Como ler

Como ler

Acompanhe as mudanças entre definir uma pessoa e examinar as condições da fala. Não reduza a discussão do não-ser apenas a uma teoria moderna da negação.

04 / Edições e fontes

Edições e fontes

Os resumos e pontos principais são interpretações editoriais originais. Acompanham a leitura da obra e não substituem uma edição do texto. Método editorial ↗

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século IV a.C.; cronologia debatida

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século IV a.C.; cronologia debatida

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