Psicanálise · neurologia vienense · 1856–1939

Sigmund Freud

Ler nos sonhos e nos sintomas os desejos que não sabemos ter.

Příbor · Viena · Londres
Bibliografia

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Obras, testemunhos e leituras complementares são distinguidos. As datas referem-se à composição ou à primeira publicação, conforme indicado em cada entrada.

Âmbito da bibliografia

Estas fichas apresentam três obras que enquadram o pensamento de Freud: o livro dos sonhos, a teoria da sexualidade e o ensaio tardio sobre a civilização. Os casos clínicos, os escritos de técnica e de metapsicologia e a correspondência ainda não estão indexados. Freud revia os seus livros de edição para edição, por isso verifique que edição e que tradução está a ler.

Obra

011900

A Interpretação dos Sonhos

Publicado em Viena por Franz Deuticke em novembro de 1899, mas com a data de 1900, o livro nasceu da autoanálise de Freud após a morte do pai, em 1896, e das suas cartas a Wilhelm Fliess. A epígrafe, tirada de Virgílio, anuncia o programa: se não posso dobrar os poderes de cima, moverei o mundo inferior. De início vendeu-se lentamente, e Freud foi-o ampliando em edições posteriores até 1930.

021905

Três Ensaios sobre a Teoria da Sexualidade

Publicado em Viena em 1905, o mesmo ano do caso Dora e do livro sobre os chistes, foi, a par do livro dos sonhos, a obra que Freud reviu mais profundamente. As edições de 1910, 1915, 1920 e 1924 acrescentaram a teoria da libido, as fases pré-genitais da organização e muitas notas de rodapé, entre elas uma de 1920 que chama ao complexo de Édipo o núcleo das neuroses.

031930

O Mal-Estar na Civilização

Escrito no verão de 1929 e publicado em Viena pela Internationaler Psychoanalytischer Verlag com a data de 1930, o ensaio prolonga O Futuro de uma Ilusão, de 1927, que motivara a carta de Rolland. O título de trabalho falava de infelicidade e não de mal-estar; a versão inglesa de Joan Riviere, de 1930, deu-lhe o título Civilization and Its Discontents.

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