Obra · Rabindranath Tagore

Sadhana: a realização da vida

Oito conferências apresentam a leitura que Tagore faz dos Upanixades e do ensinamento budista como filosofia viva e não como peça de museu. Tratam da relação do indivíduo com o universo, da consciência da alma, do mal, do eu, do amor, da ação, da beleza e do infinito, defendendo que a alma encontra a liberdade na união e no amor, e não na posse.

01 / Contexto e transmissão

Compreender o texto

Publicados em 1913, estes textos reelaboram palestras em bengali dadas aos alunos da sua escola de Santiniketan; alguns amigos traduziram certas passagens, e a maior parte dos textos foi lida na Universidade de Harvard. No prefácio, Tagore adverte que não escreve como erudito nem como filósofo sistemático.

02 / Pontos principais

Pontos principais

  1. 01

    Floresta e cidade

    A primeira conferência contrapõe as civilizações criadas entre muralhas urbanas a um ideal indiano formado na floresta, que visa não adquirir, mas realizar.

  2. 02

    O problema do mal

    A dor e o mal são tratados como reais mas não definitivos, como marcas de um mundo inacabado que caminha para a perfeição.

  3. 03

    O eu e o amor

    O eu cumpre-se não ao afirmar a sua separação, mas ao realizar-se no amor e no trabalho pelos outros.

03 / Explorar as ideias em profundidade

Explorar as ideias em profundidade

O eu, a natureza e o infinito

Examine como Sadhana relê os Upanixades para ligar o indivíduo, a natureza, o amor e a ação.

Situando o texto

Publicados em 1913, estes textos reelaboram palestras em bengali dadas aos alunos da sua escola de Santiniketan; alguns amigos traduziram certas passagens, e a maior parte dos textos foi lida na Universidade de Harvard. No prefácio, Tagore adverte que não escreve como erudito nem como filósofo sistemático. Oito conferências apresentam a leitura que Tagore faz dos Upanixades e do ensinamento budista como filosofia viva e não como peça de museu. Tratam da relação do indivíduo com o universo, da consciência da alma, do mal, do eu, do amor, da ação, da beleza e do infinito, defendendo que a alma encontra a liberdade na união e no amor, e não na posse.

Seguindo os argumentos

Floresta e cidade: A primeira conferência contrapõe as civilizações criadas entre muralhas urbanas a um ideal indiano formado na floresta, que visa não adquirir, mas realizar. O problema do mal: A dor e o mal são tratados como reais mas não definitivos, como marcas de um mundo inacabado que caminha para a perfeição. O eu e o amor: O eu cumpre-se não ao afirmar a sua separação, mas ao realizar-se no amor e no trabalho pelos outros.

Continuando a leitura

Comece pela primeira e pela quarta conferência e pergunte-se depois onde Tagore interpreta textos clássicos e onde fala a partir da sua própria experiência. Publicados em 1913, estes textos reelaboram palestras em bengali dadas aos alunos da sua escola de Santiniketan; alguns amigos traduziram certas passagens, e a maior parte dos textos foi lida na Universidade de Harvard. No prefácio, Tagore adverte que não escreve como erudito nem como filósofo sistemático.

Perguntas para acompanhar a leitura

  • Que experiências apresenta Tagore como prova da unidade entre o eu e o universo?
  • Como responde ele à objeção de que o sofrimento contradiz essa unidade?

Para Tagore, o eu torna-se mais livre à medida que reconhece o seu parentesco com as outras pessoas e com o mundo natural.

Ler com um guia
04 / Como ler

Como ler

Comece pela primeira e pela quarta conferência e pergunte-se depois onde Tagore interpreta textos clássicos e onde fala a partir da sua própria experiência.

05 / Edições e fontes

Edições e fontes

Os resumos e pontos principais são interpretações editoriais originais. Acompanham a leitura da obra e não substituem uma edição do texto. Método editorial ↗

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1910–1912

Gitanjali: Oferenda lírica

1917

Nacionalismo

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