O eu, a natureza e o infinito
Examine como Sadhana relê os Upanixades para ligar o indivíduo, a natureza, o amor e a ação.
Uma introdução original. Este guia acompanha a obra; não é o texto integral nem uma tradução.
Situando o texto
Publicados em 1913, estes textos reelaboram palestras em bengali dadas aos alunos da sua escola de Santiniketan; alguns amigos traduziram certas passagens, e a maior parte dos textos foi lida na Universidade de Harvard. No prefácio, Tagore adverte que não escreve como erudito nem como filósofo sistemático. Oito conferências apresentam a leitura que Tagore faz dos Upanixades e do ensinamento budista como filosofia viva e não como peça de museu. Tratam da relação do indivíduo com o universo, da consciência da alma, do mal, do eu, do amor, da ação, da beleza e do infinito, defendendo que a alma encontra a liberdade na união e no amor, e não na posse.
Seguindo os argumentos
Floresta e cidade: A primeira conferência contrapõe as civilizações criadas entre muralhas urbanas a um ideal indiano formado na floresta, que visa não adquirir, mas realizar. O problema do mal: A dor e o mal são tratados como reais mas não definitivos, como marcas de um mundo inacabado que caminha para a perfeição. O eu e o amor: O eu cumpre-se não ao afirmar a sua separação, mas ao realizar-se no amor e no trabalho pelos outros.
Continuando a leitura
Comece pela primeira e pela quarta conferência e pergunte-se depois onde Tagore interpreta textos clássicos e onde fala a partir da sua própria experiência. Publicados em 1913, estes textos reelaboram palestras em bengali dadas aos alunos da sua escola de Santiniketan; alguns amigos traduziram certas passagens, e a maior parte dos textos foi lida na Universidade de Harvard. No prefácio, Tagore adverte que não escreve como erudito nem como filósofo sistemático.
Para Tagore, o eu torna-se mais livre à medida que reconhece o seu parentesco com as outras pessoas e com o mundo natural.
A tua vez de pensar.
- Que experiências apresenta Tagore como prova da unidade entre o eu e o universo?
- Como responde ele à objeção de que o sofrimento contradiz essa unidade?
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