Dhammapada
Antologia de 423 versos em 26 capítulos, o Dhammapada condensa o ensinamento budista antigo sobre a mente, a conduta, a vigilância e a libertação em pares de versos e imagens fáceis de memorizar. Os versos iniciais fazem da qualidade da mente o fator decisivo daquilo que decorre da palavra e da ação.
Compreender o texto
O texto pertence ao Khuddaka Nikāya do cânone páli, passado a escrito no Sri Lanka no século I a.C.; conservam-se coleções paralelas em gandhari, sânscrito e chinês. A atribuição ao Buda é tradicional: comunidades compilaram e transmitiram os versos, e um comentário posterior associou uma história a cada um.
Pontos principais
- 01
A mente vem primeiro
Falar ou agir com a mente corrompida traz sofrimento, como a roda segue o boi; agir com a mente clara traz felicidade, como uma sombra que nunca se afasta.
- 02
Pôr fim ao ódio
O ódio nunca se aplaca com ódio, mas apenas com o não-ódio, princípio a que o verso chama lei antiga e duradoura.
- 03
Vigilância
A atenção vigilante é chamada caminho para o imortal, enquanto a negligência é comparada à morte; os sábios guardam a vigilância como o seu tesouro mais precioso.
Explorar as ideias em profundidade
Versos sobre a mente
Siga os pares de versos do Dhammapada sobre a mente, o ódio e a vigilância, distinguindo cada verso da história que o comentário posterior lhe acrescenta.
Situando o texto
O texto pertence ao Khuddaka Nikāya do cânone páli, passado a escrito no Sri Lanka no século I a.C.; conservam-se coleções paralelas em gandhari, sânscrito e chinês. A atribuição ao Buda é tradicional: comunidades compilaram e transmitiram os versos, e um comentário posterior associou uma história a cada um. Antologia de 423 versos em 26 capítulos, o Dhammapada condensa o ensinamento budista antigo sobre a mente, a conduta, a vigilância e a libertação em pares de versos e imagens fáceis de memorizar. Os versos iniciais fazem da qualidade da mente o fator decisivo daquilo que decorre da palavra e da ação.
Seguindo os argumentos
A mente vem primeiro: Falar ou agir com a mente corrompida traz sofrimento, como a roda segue o boi; agir com a mente clara traz felicidade, como uma sombra que nunca se afasta. Pôr fim ao ódio: O ódio nunca se aplaca com ódio, mas apenas com o não-ódio, princípio a que o verso chama lei antiga e duradoura. Vigilância: A atenção vigilante é chamada caminho para o imortal, enquanto a negligência é comparada à morte; os sábios guardam a vigilância como o seu tesouro mais precioso.
Continuando a leitura
Leia os dois primeiros capítulos em duas traduções diferentes e compare depois um verso com um paralelo gandhari ou sânscrito e com a história que o comentário lhe associa. O texto pertence ao Khuddaka Nikāya do cânone páli, passado a escrito no Sri Lanka no século I a.C.; conservam-se coleções paralelas em gandhari, sânscrito e chinês. A atribuição ao Buda é tradicional: comunidades compilaram e transmitiram os versos, e um comentário posterior associou uma história a cada um.
Perguntas para acompanhar a leitura
- Que verso liga o estado da mente às consequências da palavra e da ação?
- De que modo uma história do comentário altera a leitura do verso que explica?
Uma antologia de versos ensina pelo contraste e pela repetição; as suas sentenças ganham precisão quando lidas ao lado dos paralelos e do comentário.
Como ler
Leia os dois primeiros capítulos em duas traduções diferentes e compare depois um verso com um paralelo gandhari ou sânscrito e com a história que o comentário lhe associa.
Edições e fontes
- Consultar a referência 1suttacentral.netnovo separador
- Consultar a referência 2plato.stanford.edunovo separador
Os resumos e pontos principais são interpretações editoriais originais. Acompanham a leitura da obra e não substituem uma edição do texto. Método editorial ↗